VARIG
Viação Aérea Rio-Grandense, mais conhecida como Varig, foi uma companhia aérea brasileira fundada em 1927 na cidade de Porto Alegre, Rio Grande do Sul, pelo alemão Otto Ernst Meyer. Foi a primeira companhia aérea brasileira a ser fundada.
Entre as décadas de 1950 e 1970, a Varig foi uma das maiores e mais conhecidas companhias aéreas privadas do mundo, sendo comparada diversas vezes com a Pan American World Airways, maior companhia aérea do mundo na época. A empresa era conhecida por seu serviço de bordo em todas as três classes. Nessa época, a Varig operava rotas internacionais para América, Europa, África e Ásia, utilizando inicialmente os Lockheed Constellation e Douglas DC-6, posteriormente os Boeing 707 e Sud Aviation Caravelle e finalmente com os Douglas DC-10 e Boeing 747.
Em 20 de julho de 2006, após ter entrado com processo de recuperação judicial, teve sua parte estrutural e financeiramente boa vendida para a Varig Logística através da constituição da razão social VRG Linhas Aéreas, a qual, em 9 de abril de 2007, foi cedida para a Gol Linhas Aéreas Inteligentes. Devido ao fato de não poder operar voos com a própria marca, a Fundação Ruben Berta, administradora da companhia, criou a marca Flex Linhas Aéreas, que chegou a operar voos regulares comissionados pela Gol, mas teve sua falência decretada no mesmo dia do decreto da falência da Varig.
(retirado da Wikipedia)
25/8/2017
(retirado do google imagens)
25/8/2017
Acidentes:
Neste texto vou falar de dois acidentes dos vários que a companhia teve.
Voo 967: em rota para Los Angeles, partindo de Tóquio, o Boeing 707 cargueiro da companhia desapareceu enquanto sobrevoava o Oceano Pacífico. Nenhum sinal da queda, como destroços ou corpos, jamais fora encontrado. O voo transportava, entre outros itens, 153 quadros do pintor Manabu Mabe, que voltavam de uma exposição no Japão. É conhecido por ser um dos maiores mistérios da história da aviação e um dos raríssimos voos civis comerciais que desapareceram sem deixar vestígios.
(retirado do google imagens)
25/8/2017
Voo 254: um Boeing 737-200 realizava a rota entre Marabá e Belém, quando, logo após a decolagem, a aeronave, ao invés de seguir para o norte em direção a Belém, passou a seguir para o sul, na direção contrária a da rota planejada, devido a um erro do comandante. Quando foi percebido o erro, a aeronave estava próximo a Serra do Cachimbo, no sul do Pará. Logo depois, houve uma pane seca, devido a falta de combustível e a aeronave teve que fazer um pouso forçado na Floresta Amazônica. Os sobreviventes ficaram na clareira aberta pelo pouso do avião por dois dias até chegar a comissão de salvamento da Força Aérea Brasileira, que resgatou os sobreviventes. Doze passageiros morreram, devido a complicações ocorridas pelos ferimentos e demora no salvamento, e os outros 36 passageiros e seis tripulantes sobreviveram.
(Retirado do google imagens)
25/8/2017
Extra:


